Fomos programados pelas corporações farmacêuticas

O modelo reducionista sugere que, se há um problema no sistema, como uma doença ou disfunção, a fonte do problema pode ser atribuída ao mau funcionamento de um dos pontos da linha de montagem química. “Repor” então a peça defeituosa por meio de medicamentos, por exemplo, teoricamente faz com que a saúde do paciente se recupere.

Esse conceito estimula a pesquisa da indústria farmacêutica em busca de drogas mágicas e genes perfeitos. No entanto, a perspectiva quântica revela que o universo é uma integração de campos de energia integrados e interdependentes.

Os cientistas biomédicos acabam ficando confusos, pois não conseguem entender a complexidade da intercomunicação entre as partes físicas e os campos de energia que compõem a matéria. A percepção reducionista de fluxo linear de informações é uma característica do universo newtoniano. Mas o fluxo de informações do universo quântico é holístico.

A estrutura das células está envolta em uma complexa rede de comunicação simultânea e abrangente. Uma função biológica pode surgir de um pequeno problema de comunicação em qualquer ponto da rede de informações.

Equilibrar ou ajustar a química desse complicado sistema interativo exige compreensão de seu funcionamento, e não uma simples tentativa de ajuste por intermédio de medicamentos. O método reducionista linear (A>B>C>D>E) jamais conseguirá abranger ou nem sequer explicar a origem das doenças.

Os efeitos adversos de medicamentos

Os efeitos adversos de medicamentos apresentam uma grande lista, que vão de uma simples irritação até a morte. Um exemplo recente das trágicas reações adversas da terapia com medicamentos farmacêuticos é o efeito colateral da terapia de reposição hormonal com elementos sintéticos, que pode causar a morte.

A função mais conhecida do estrógeno está associada ao sistema reprodutor feminino. No entanto, estudos sobre a distribuição dos receptores de estrógeno no corpo revelam que ele (e suas moléculas sinalizadoras complementares) desempenham um papel importante nas funções normais dos vasos sanguíneos, do coração e do cérebro.

Os médicos costumam prescrever estrógeno sintético para o alívio dos sintomas da menopausa, quando os órgãos reprodutores reduzem suas funções. No entanto, a droga não atinge somente os tecidos desses órgãos, mas também acaba afetando os receptores do coração, dos vasos sanguíneos e do sistema nervoso. Isto pode causar doenças cardiovasculares e disfunções neurais como o derrame cerebral.[1] 

Os efeitos adversos de medicamentos desse tipo ainda são a principal causa de morte iatrogênica, ou seja, causada por tratamento médico. Segundo estimativas conservadoras publicadas no periódico Journal of the American Medical Association, doenças iatrogênicas são as terceiras maiores causadoras de morte. Mais de 120 mil pessoas morrem, por ano, devido aos efeitos adversos de medicamentos prescritos por médicos.[2]

No entanto, um estudo realizado recentemente mostra resultados ainda mais impressionantes. Indica que as doenças iatrogênicas são a causa principal de mortes nos Estados Unidos. Mais de 300 mil pessoas morrem todos os anos devido a remédios receitados.

Um sistema novo e mais saudável

Em seus cursos de graduação, pós-graduação e doutorado os médicos continuam recebendo informações e instruções sobre os produtos farmacêuticos por intermédio dos representantes da indústria farmacêutica. A função desses profissionais é vender seus produtos e “atualizar” os médicos sobre a eficácia das novas drogas.

Os “cursos” que recebem gratuitamente em suas empresas têm como objetivo persuadir os profissionais da área médica a “empurrar” os medicamentos. E evidente que as quantidades desses produtos prescritos pelos médicos violam o juramento feito por eles mesmos de “jamais prejudicar um paciente”.

Fomos programados pelas corporações farmacêuticas a nos tornarmos viciados em drogas prescritas, e os resultados são muitas vezes trágicos. É preciso parar, repensar nossos conceitos e incorporar as descobertas da física quântica à biomedicina para criar um sistema novo e mais saudável de cura que esteja de acordo com as leis da natureza.

A indústria farmacêutica

A principal razão para as pesquisas sobre a energia serem tão ignoradas é monetária. A indústria farmacêutica de trilhões de dólares só investe em pesquisas de fórmulas mágicas na forma de produtos químicos porque comprimidos significam dinheiro. Se a energia de cura pudesse ser vendida em drágeas, as indústrias se interessariam rapidamente.

O que elas fazem é justamente o contrário. Pesquisam e identificam irregularidades na fisiologia e no comportamento baseadas em normas hipotéticas e informam ao público sobre o perigo que elas representam.

Claro, a descrição simplificada dos sintomas utilizada pelas indústrias de medicamentos para a divulgação ao público acaba convencendo as pessoas de que elas sofrem de uma doença específica.

“Você tem estado muito preocupado? A preocupação é um sintoma primário de uma ‘doença’ chamada distúrbio de ansiedade. Deixe de se preocupar. Peça ao seu médico para lhe receitar Dependencina, a nova pílula mágica”.

Além disso, a mídia evita o assunto e a divulgação do número de mortes por ingestão dos medicamentos receitados, chamando a atenção para os perigos das drogas ilícitas. Advertem a população que usar drogas para fugir dos problemas da vida não resolve. Engraçado… que a mesma frase se aplica quando se trata de uso excessivo de medicamentos “legais”. Eles são perigosos? Usar medicamentos sob prescrição médica para silenciar os sintomas do corpo é a mesma coisa que evitar ter envolvimento pessoal com o problema. É como tirar férias da responsabilidade de cuidar do próprio corpo.

A medicina complementar

Hoje temos mais consciência dos perigos das drogas e estamos mais abertos a terapias alternativas. As empresas de planos de saúde já incorporaram algumas práticas de cura antes consideradas charlatanismo e alguns hospitais oferecem tratamentos alternativos.

No entanto, mesmo nos dias de hoje, as instituições de medicina tradicional não aceitam totalmente a medicina complementar. Os hospitais que abrem exceções fazem isso somente por pressão do público e para acalmar os ativistas e os consumidores que gastam centenas de dólares com essas práticas ainda consideradas não-ortodoxas. Não há investimento real no estudo da medicina energética.

O problema é que, sem fundos para pesquisas, ela ainda pode continuar a ser classificada como “não-científica” durante muito tempo.

🔍 Referências:


[1] Shumaker, S. A., Legault, C. et al. (2003). “Estrogen plus progestin and the incidence of dementia and milk cognitive impairment in postmenopausal women: the women’s health initiative memory study. A randomized controlled trial” [Estrógeno mais progestina e a incidência de demência e distúr bios cognitivos em mulheres na menopausa: estudo de memória. Uma iniciativa e xperimental]. Journal of the American Medical Associatbn, 289(20): 2651-2662.

[2] Starfield, B. (2000). “Is US health the best in the world?” [A saúde nos Estados Unidos é a melhor do mundo?]. Journal of the American Medical Association, 284(4): 483-485.

You cannot copy content of this page